Mostrando postagens com marcador portfólio Mariah. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador portfólio Mariah. Mostrar todas as postagens

13 novembro 2008

Et in arcadia ego.


Esse trabalho se baseia na poética entre a ausência e a presença. E entre a contradição entre o paradisíaco e a morte.
Asssim como no quadro de Poussin, et in arcadia ego --
atribuo uma fala ao defunto : também estive na Arcádia.
Essa foto é de um cemitério chamado "monumental" na Itália
num país onde há tamanha riqueza em obras de arte,
a morte persevera presente e inegável,
transformando indivíduos em lembranças
tornando clara a possibilidadde de ausência e presença num mesmo momento
a simultaneidade com que alguém pode estar presente e não estar.
Inscrevi o mesmo na Bienal de Arte Ciências e Cultura da UEE/RJ, segá? rs.

22 maio 2008

Vota, Brasil!

Tamanho A3,Guache. Mariah 2008.

06 maio 2008

United.


Nesse trabalho, faço uma citação ao trabalho “ technicolor’ do pintor austríaco Thierry Feuz, onde ele trata do limite frágil e tênue entre formas e cores.
Na minha abordagem, falo sobre a minha própria essência e da essência da fotografia/ imagem, transformando fotos de amigos em linhas de cores aglomeradas.
Trata-se de uma reflexão sobre as relações humanas, sobre tudo as que são feitas por escolhas livres, que proporcionam prazer e bem estar.
Na execução de United, utilizei 17 fotos de amigos queridos, achatando-as com a ajuda do Adobe Photoshop, tornando-as linhas, imagens então não reconhecíveis. Intermediei com cores secindárias e usei o preto como contraponto, como tensão entre as cores mais claras. O motivo para o uso de cores secundárias foi justamente por serem cores provenientes de misturas das cores primárias, assim como as amizades se fundamentam no envolvimento entre duas ou mais pessoas.

16 abril 2008

• Brendha Haddad •

Tamanho A3, grafite. Mariah 2008.

13 abril 2008


“ Dos filhos desse solo és mãe gentil” – Será?

Na última sexta feira (11/04/08), houve no centro do Rio uma homenagem à obra do Profeta Gentileza- José Datrino, aquele que saiu do interior de São Paulo e se dispôs a escrever mensagens de amor em cinquenta e cinco pilastras na Avenida Francisco Bicalho.
Muito embora não tenha conseguido me manifestar aqui na mesma sexta feira por problemas técnicos, penso ser um evento importante, que não poderia deixar de ser comentado.
Há quem diga que o povo brasileiro tenha a gentileza e a hospitalidade como fortes características. Mas a impressão que eu eu tenho é que isso se dê apenas com relação aos turistas, pelo menos na grande maioria das vezes. O que acontece é que não são tão comuns assim as manifestações de gentileza. Talvez seja em decorrência da grande crise de segurança pela qual estamos passando: não se sabe mais em quem confiar, e parece muito mais seguro ser mais ríspido, andar mais rápido, desconfiar. Provavelmente o Profeta não previu que anos a frente de sua obra seria necessário ser menos gentil por uma questão de preservação.
Por outro lado, talvez seja melhor se arriscar, ter a coragem de ser gentil sem distinção de pessoas, porque , se hoje em dia estamos sujeitos a toda sorte de violência, seria injusto deixar que nos roubem a gentileza.

10 abril 2008

Perfil em lápis de cópia.

Dois metros e meio por um metro e meio. Bem, aproximadamente. Mariah, 2007.