12 novembro 2008

e por falar nele...

Saramago tem um blog!

Inaugurado em setembro deste ano, http://caderno.josesaramago.org/ fica dentro de outro blog, o da Fundação José Saramago http://blog.josesaramago.org/ .

Segundo o autor, a página trará "o que for, comentários, reflexões, simples opiniões sobre isto e aquilo, enfim, o que vier a talhe de foice”. Nela, está um trecho de seu novo livro "A viagem do elefante".

Frases/citações: José Saramago

"Sou realmente um céptico que precisa sempre de ver o que se oculta por trás da aparência das coisas. Das coisas, das palavras e de quem as diz. É um cepticismo em geral bem humorado, mas nem por isso menos implacável. Vivemos numa permanente comédia de enganos que é preciso desmontar continuamente".

07 novembro 2008

"mais um passo"

Como disse ABC, mais um passo!

Povo de arte, estamos muito felizes! O Passo do Elefantinho foi prorrogado por mais uma semana! vai até o dia 13 (apenas dias úteis), das 10h às 20h. As mesas acabaram, mas vocês ainda podem conferir os trabalhos da cena artística universitária da uerj.

Participe!

03 novembro 2008

eu vou!

A Mostra O PASSO DO ELEFANTINHO é um evento organizado por estudantes do Instituto de Artes da UERJ para divulgar a produção dos mesmos e criar um espaço de discussão em Artes. Serão 30 trabalhos expostos e apresentados abrangendo diversas mídias como vídeo, pintura, desenho, gravura, escultura, performance, instalação e fotografia. A exposição se dará das 10:00 às 20:00 dos dias 5 e 6 de novembro de 2008.


Teremos também um conjunto de 4 mesas pelos 2 dias, ao qual demos o nome de A Múltipla Arte, em que profissionais de peso no meio artístico estarão abordando questões do universo da arte a partir de suas produções.

Mesa 1 - (05/11/2008 – quarta-feira – 10:00 as 12:00)

Anna Bella Geiger (Área de atuação: artes visuais)
Cristina Ribas (Área de atuação: artes visuais)


Mesa 2 - (05/11/2008 – quarta-feira – 18:00 as 20:00)

Ilva Niño (Área de atuação: artes cênicas)
Nanci de Freitas (Área de atuação: artes cênicas)

Mesa 3 - (06/11/2008 - quinta-feira - 10:00 as 12:00)

Mariana Manhães (Área de atuação: Artes visuais)
Antonio Bokel (Área de atuação: Artes visuais)

Mesa 4 - (06/11/2008 - quinta-feira - 18:00 as 20:00)

Christian Caselli (Área de atuação: Cinema)
Eloisa brantes (Área de atuação: Artes cênicas, performance e dança)

O evento ocorrerá no Centro Cultural da UERJ. A exposição será no salão em frente à Galeria Gustavo Schnoor e as mesas no auditório do ateliê do Instituto de Artes (UERJ/campus Maracanã - Rua São Francisco Xavier, 524).
Abraços

Comissão Organizadora do O PASSO DO ELEFANTINHO
Coordenação Geral : Fabricio GabrielCoordenação de Curadoria: Catiane Soares e Natalia Candido Coordenação de Divulgação: Arthur Batista Cordeiro e Marta Egrejas Coordenação Técnica: Hélvia Cruz de Oliveira e Vanessa JansenCoordenação de Certificação: Bianca Silva e Pedro Luis C. de Souza
eu, (22_pm, caroux_, Ana Nunes...dentre vários outros eus-líricos), vou expor, ABC vai expor, Dom quixote tbm vai!

28 outubro 2008

pichação na bienal de são paulo

http://mais.uol.com.br/view/255329981421609581/metropolis--pichacao-na-bienal-de-sao-paulo-04023560E4A12326?types=A&/

uma outra cegueira


Li o livro de José Saramago, Ensaio sobre a cegueira, e vi o filme de Fernando Meirelles, Blindness. Apesar de, como quase sempre, o livro ser insuperável, gostei muito do filme, achei bastante sensível e respeitoso com a história original. Convence e me fez relembrar sentimentos que eu tive com o livro, fascinante. Em momento algum a história de Saramago me fez pensar mal de qualquer cego. Aliás, em momento algum eu pensei em cegos. Eu pensei em mim e nas pessoas, principalmente as que "enxergam".

Estou escrevendo isso porque a NFB (National Federation of the Blind), uma associação americana de cegos, não apenas desaprovou o filme como organizou protestos, afirmando que o filme os retrata como pessoas incapazes, más e pouco higiênicas.

Acredito que nenhum deles tenha, de fato, entrado em contato com a história. Porque é uma estupidez sem tamanho que se conclua tudo isso de uma história surreal, onde quase todos ficam cegos, um por um, de repente... uma epidemia de cegueira branca. Saramago ainda teve o cuidado de diferenciar a cegueira. Porque é óbvio que não se trata de cegos. Não se trata da falta de visão.

E se fosse o caso, qualquer situação em que se jogassem pessoas que acabaram de perder a visão em um ambiente já sujo e velho, abandonado, cujas torneiras não funcionam, aonde a única pessoa que vê corre riscos e não pode ajudar a todos ao mesmo tempo, e aonde TODOS, trabalhadores, ricos, pobres, ladrões (armados), são confinados lutando por comida.... qualquer ambiente desses seria bastante próximo do que "Ensaio" mostra.

Que fossem surdos, mudos, paraplégicos. Não é sobre uma parcela da população que perdeu um de seus sentidos. É sobre um mundo inteiro que perdeu o seu sentido, bem antes de deixar de ver.

E é triste ver pessoas tão revoltadas com uma obra tão intensa e honesta. Sem trocadilhos, o que elas estão vendo é a superfície. Mas, pode ser que tenham até razão, se o livro estiver certo. Se formos todos cegos (com metáfora) a ponto de compreender tão mal a sensibilidade da crítica de um outro ser, então é possível que eles percam oportunidades de emprego e sofram preconceito. Mas, fico feliz em saber que Meirelles vê e quer que outros vejam também.


recomendo o livro primeiro, o filme depois.

25 outubro 2008

reavivando...

enquanto a gente decide o que fazer de fato com o blog, uma notícia interessante e que realiza sádicas frustrações infantis de algumas pessoas.... ou não tão sádicas, apenas vingativas (!).





10 de outubro a 08 de novembro, galeria Aquarium, Londres

na exposição Splatter , o artista plástico britânico James Cauty torna realidade algumas das cenas que povoaram a imaginação de muitos.... 'e se o coiote pegasse o papaléguas?!'


"É incrivelmente sanguinário. As conseqüências reais da violência nos desenhos animados são reveladas. Eles massacram uns aos outros", disse o artista plástico britânico James Cauty.
O artista diz que a idéia para a mostra partiu de seu filho, Harry, de 15 anos de idade.


fonte das imagens e citações: BBCBrasil

04 julho 2008

Famoso quadro atribuído a Goya não é dele, dizem especialistas


Restauradores do Museu do Prado, em Madri, afirmaram nesta quinta-feira que o famoso quadro O Colosso, que era atribuído ao artista espanhol Francisco Goya, não é dele.
Em uma entrevista coletiva em Madri, os chefes de conservação do Museu confirmaram o engano com relação à autoria da obra.
Segundo eles, a identidade do pintor do quadro ainda é desconhecida, mas provavelmente seria do espanhol Asensio Juliá, único discípulo do mestre barroco.
"Em minha opinião é um quadro assinado e feito por um artista diferente de Goya. Notamos que há outra mão ali e é distinta", afirmou a Diretora de Conservação de Pintura do século XVIII do Museu do Prado e especialista em Goya, Manuela Mena.
Durante quase 80 anos, o quadro esteve exposto em lugar de destaque no museu e era considerado uma das jóias da arte espanhola.
O Colosso representa um gigante enfurecido que ameaça uma cidade e foi considerado uma das obras mais representativas da produção de Goya sobre a guerra da independência de Madri de 1808, quando a cidade se rebelou contra a invasão napoleônica.
A celebração do bicentenário desta independência acabou levando às suspeitas sobre a autoria do quadro.
Um evento no Museu do Prado, em janeiro, que reuniu vários especialistas e restauradores para analisar a obra de Goya, levantou dúvidas sobre a autoria de O Colosso.
Os especialistas, que realizaram um inventário e uma mesa de debate, antecedendo a exposição Goya em tempos de guerra, inaugurada em abril e que permanece aberta ao público, concluíram que o quadro apresenta traços estilísticos e inscrições pouco comuns às obras do pintor - que deixou vários quadros sem assinatura.
A diretora de conservação Manuela Mena, comentou que "as dúvidas eram históricas e o mais prudente seria eliminar o quadro da mostra sobre a guerra e investigar a autoria".
O Chefe de Conservação do museu, José Luis Díez, disse que a principal pista de que O Colosso não seria de Goya foi um inscrição quase apagada encontrada no canto inferior esquerdo da obra, pintada entre 1808 e 1812, com as iniciais AJ.
"Mas o que nos chamou mais atenção foi a diferença de traços estilísticos", comentou Mena.
O diretor geral do Museu do Prado, Miguel Zugaza disse que O Colosso permanecerá na sala original onde está desde 1931 dentro do pavilhão dedicado a Goya, até que a autoria correta seja esclarecida.
Asensio Juliá, nascido em 1760, foi um dos poucos colaboradores de Goya, que viveu que viveu de 1746 a 1828. Os principais registros da atuação dele com o mestre do classicismo estão nos afrescos da igreja de Santo Antonio da Florida, em Madri.
As primeiras referências bibliográficas sobre O Colosso apareceram no inventário do artista feito pelo filho dele, Javier Goya, e que depois passaram ao colecionador espanhol Pedro Durán.



BBC Brasil



11 junho 2008

How to paint the MONA LISA with MS PAINT

é, minha gente... e aí??!